Petistas com excelente trânsito em Brasília confirmaram ao editor do Blog, nesta tarde, que o prefeito de São Luís, Eduardo Braide, do PSD, reuniu-se com o presidente nacional do partido, Edinho Silva, na semana passada para iniciar tratativas acerca de uma possível aliança visando a disputa pelo Governo do Maranhão em 2026.
Braide desembarcou na capital federal na quinta-feira para participar de uma agenda na área da educação que reuniu prefeitos e prefeitas de várias capitais.
Só retornou à São Luís no dia seguinte.
E foi neste intervalo de tempo, entre sua chegada e saída, de forma reservada e não publicizada, que se encontrou com Edinho Silva na presença de Gilberto Kassab, presidente nacional do PSD.
O encontro de Braide com o petista foi revelado pela jornalista Carla Lima (reveja).
O prefeito, em comentário feito na postagem publicada no site Imirante.com, negou.
“Eita, Mirante. Bastava ter olhado minhas redes sociais. Passei o final de semana vistoriando obras e sendo padrinho de casamento de 347 casais. Não cansam de inventar histórias, hein? Apaga que dá tempo”, escreveu.
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A informação, diferentemente do que diz o gestor, é verdadeira.
Uma junção entre o petismo e Eduardo Braide para o ano que vem, caso ele renuncie ao cargo para concorrer ao Palácio dos Leões, começou a ser discutida primeiramente entre os dirigentes nacionais como parte do bojo de acordos políticos que estão sendo costurados em todo o Brasil.
A referida também é incentivada por políticos ligados ao campo do dinismo, que representa o ex-governador e atual ministro do Supremo Tribunal Federal, Flávio Dino.
O que se desenha, com uma possível candidatura do atual chefe do Palácio de La Ravardière, seria o PT indicar dois nomes para compor uma chapa encabeçada por Braide nos postos de candidatos a vice-governador e senador.
A outra vaga já estaria reservada para a senadora Eliziane Gama, vice-presidente estadual do PSD, que se reuniu com Kassab na capital federal nesta última segunda-feira, 15.
A eleição ficar entre o sobrinho poste de Brandão, Orléans, e Braide é sinal cabal de o que eleitor maranhense continua nanico.
Vou de voto nulo!