O verdadeiro traidor é Flávio Dino, Cappelli

Ex-governador enganou pré-candidatos do seu grupo com uma Carta Compromisso, criada por ele e jogada no lixo em seguida, e foi mais além: traiu o povo ao não retirar o Estado do Maranhão da miséria.

No dia 1º de janeiro de 2015, Dino fundou a República do Maranhão, que não deu certo.

A possibilidade clara de união de políticos que não se submeteram aos caprichos pessoais do ex-governador Flávio Dino e do atual, Carlos Brandão, vem assombrando os mais diversos agentes do Palácio dos Leões.

A ordem, a partir de agora, é tentar vender a narrativa de que, qualquer um que se opor ao projeto de poder da dupla, é um traidor.

O recibo sobre esta assertiva foi passado pelo tesoureiro do PSB e ainda secretário de Estado da Comunicação, Ricardo Cappelli.

Nas redes sociais, após ter sido acionado pelo seu tutor, Flávio Dino, o candidato derrotado ao cargo de vereador no Rio de Janeiro twittou: “Circulam informações de que teremos a “chapa dos traidores” no Maranhão. Finalmente mostrariam a verdadeira face. Seria ótimo. Ficaria bem claro para a população quem é quem. A política ama a traição, mas execra os traidores”.

O verdadeiro traidor, Cappelli, é o próprio Dino.

O ex-governador, que passou sete anos e três meses encastelado nos Leões, traiu, primeiramente, o povo maranhense ao não cumprir a promessa, feita no dia 01 de janeiro de 2015, quando colocou a faixa no peito, de que retiraria a “República do Maranhão” da condição de Estado mais pobre do Brasil.

O Estado continua sendo o mais miserável, tendo oito municípios, dentre os dez do país, segundo do IBGE, apresentando os piores Índices de Desenvolvimento Humano.

Em julho do ano passado, o comunasocialista editou uma Carta Compromisso estabelecendo critérios para escolha do candidato de consenso do grupo governista para sucede-lo.

No fim do ano, jogou o documento no lixo exigindo que os pré-candidatos do seu grupo apoiassem Carlos Brandão, sua opção pessoal e que não atendeu a nenhum dos requisitos propostos.

Ingênuos, todos os pré-candidatos, com exceção de Josimar de Maranhãozinho (PL), assinaram a referida Carta.

E todos foram traídos por Flávio Dino, que não cumpriu o que havia sido acordado.

Portanto, se há alguém que pode ser chamado de traidor na política recente do Maranhão, este nome é o do ex-governador e pré-candidato ao Senado.

Simples deste jeito!

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