Maranhão lidera ranking de pessoas beneficiadas com auxílio do Governo Federal

Estudo da FGV/IBRE é mais um atestado de que a República fundada pela dupla Dino/Brandão, em 2015, não obteve êxito.

O Maranhão é o Estado da Federação que possui maior número de pessoas beneficiadas pelo Auxílio Brasil e que detém a menor taxa de empregos com carteira assinada se comparada ao quantitativo de cidadãos que recebem o benefício de transferência de renda criado pelo governo do presidente Jair Bolsonaro (PL).

Foi o que revelou estudo recente da FGV – IBRE (Instituto Brasileiro de Economia), cujos números ganharam publicidade, nesta quarta-feira (13), em uma reportagem publicada no Poder 360.

529.208 maranhenses, de acordo com o levantamento, possuem carteira assinada, sendo que 1.1000.451 são beneficiários do Auxílio Brasil.

Os dados atestam, mais uma vez, que a República do Maranhão, fundada pela dupla Flávio Dino e Carlos Brandão em 2015, falhou, não obtendo sucesso no que diz respeito a geração de emprego e renda e, tão pouco, no que se refere ao combate a pobreza – dos dez municípios brasileiros com os piores Índices de Desenvolvimento Humano, segundo o IBGE, oito são maranhenses.

O estudo FGV – IBRE revelou que o número de pessoas que trabalham por conta própria (portanto, sem carteira) chegou a 25,9 milhões no 4º trimestre de 2021.

O levantamento do Poder360 com dados de fevereiro de 2022 (os mais recentes até agora para o emprego) mostra que todos os Estados onde o número de beneficiários do Auxílio Brasil supera o de empregados com carteira estão nas regiões Norte e Nordeste.

Antes da pandemia, eram 8 Estados com mais benefícios do que empregos formais.
O número subiu para 10 Unidades da Federação em 2020 e, com o novo Auxílio Brasil, foi a 12.

Ao considerar o Brasil inteiro, houve aumento na proporção de benefícios em relação ao emprego formal. Em fevereiro de 2022, eram 18 milhões de beneficiários do Bolsa Família e 41 milhões de empregados com carteira de trabalho.

O número de benefícios do Auxílio Brasil chegou ao inédito patamar de 44% dos empregos formais com carteira.

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