Em evento do PT, Weverton chama de canalhas comunasocialistas que tentam atrela-lo ao bolsonarismo

O senador Weverton Rocha (PDT) participou, nesta quarta-feira (20), de ato promovido por petistas e representantes de segmentos sociais e de trabalhadores que prestaram apoio a sua pré-candidatura ao Governo do Estado.

O evento, realizado na sede da Fetaema, no bairro do Araçagi, reuniu caravanas dos 217 municípios que fecharam questão em relação ao nome do pedetista e ratificaram, ainda, total adesão ao ex-presidente Lula, do PT, pré-candidato ao Palácio do Planalto.

Na oportunidade, foi instalado o Comitê Permanente em Defesa das pré-campanhas de Lula e de Weverton, que está sendo coordenado por segmentos do PT local.

“É Lula lá [em Brasília] e Weverton cá [no Maranhão]”, sentenciaram os presentes, que destacaram o posicionamento de Weverton sempre ao lado dos trabalhadores; que votou favorável no Congresso nas pautas de interesse dos menos favorecidos; e que sempre defendeu Lula e a ex-presidente Dilma Rousseff.

Em seu discurso, em determinado momento, o senador bateu forte nos chamados comunasocialistas, hoje encastelados no Palácio dos Leões e que tentam atrelar a sua imagem a do presidente Jair Bolsonaro (PL) simplesmente pelo fato do pedetista ter procurado o ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, ano passado, para solicitar o envio para o Maranhão de mais vacinas e recursos para o combate à Covid.

“São canalhas. Canalhas que tentam desviar a atenção, que tentam trazer para o Estado um debate nacional com o objetivo de me atacar e também de desviar o foco das dificuldades que o Maranhão ainda enfrenta. Este projeto é do povo, de homens e mulheres que querem um Estado mais desenvolvido, com oportunidades de geração de renda e emprego. Um Estado que produza e não precise importar. É desta forma que seguiremos nossa caminhada, levando para todos os cantos esta mensagem de otimismo, de que o Maranhão pode, sim, ser mais feliz”, afirmou Weverton ao agradecer os apoios recebidos.

O discurso do senador atingiu diretamente, por exemplo, o secretário de Estado da Comunicação e ex-presidente da UNE, Ricardo Cappelli, importado do Rio de Janeiro por Flávio Dino e que permaneceu na gestão de Carlos Brandão.

Ele era do PC do B e se filiou ao PSB, sendo responsável pela tesouraria do diretório estadual.

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